OUTROS COLUNISTAS
AgroGestão traz ex-diretor geral da OMC a ChapecóO ex-diretor geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Mike Moore, tem presença confirmada no Congresso Nacional de Gestão do Agronegócio (AgroGestão) programado para os dias 16 e 17 de março deste ano no Centro de Cultura e Eventos Plínio De Nês, em Chapecó (SC). Moore palestrará sobre políticas mundiais de desenvolvimento do agronegócio. O conferencista foi diretor geral da OMC de 1999 a 2002. Na Nova Zelândia, foi primeiro ministro, parlamentar, ministro das relações exteriores, ministro do comércio e vice-ministro da fazenda.
A gestão de Moore na OMC coincidiu com um momento de grandes mudanças na economia global e nas relações de comércio multilateral. Ele garantiu o acesso à OMC da China, Taipei, Estônia, Jordânia, Geórgia, Albânia, Omã, Croácia, Lituânia e Moldávia, levando a maior parte da população mundial para dentro do sistema baseado nas regras do comércio. Apoiou os países pobres, auxiliando-os em sua participação efetiva no sistema multilateral de comércio. Na gestão do líder neozelandês foi lançada a rodada de negociações de Doha.
Mike Moore foi premiado por governos e universidades de 16 países nas Américas, África, Ásia e Europa. Como presidente do Moore Group, presta consultoria para governos e empresários no mundo todo, especialmente na Ásia, Oriente Médio e África. Está envolvido em inúmeros comitês e grupos de desenvolvimento. Em 2010 pretende lançar uma nova organização que vai auxiliar a educação nos países em desenvolvimento.
Outras lideranças contemporâneas do agronegócio brasileiro e mundial confirmadas são o ministro da Agricultura Reinhold Stephanes, os ex-ministros Roberto Rodrigues e Marcus Vinicius Pratini de Morais e o co-laureado pelo Prêmio Nobel da Paz de 2007, Sérgio Trindade.
O AgroGestão é promovido pela Federação de Convention & Visitors Bureaux do Estado de Santa Catarina (FC&VB) e realizado pela Ópera Eventos Corporativos com apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de Chapecó, da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e da Federação das Associações Empresariais de SC – Facisc. (Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional).
Filha de “Cobras” é... caloura da UFSC ! Juliana Bonetti Scirea já cursa Fisioterapia na Udesc, em Floripa, mas como ainda não sabia se era bem isso que queria, resolveu fazer o vestibular da UFSC, para Biologia. E não deu outra: foi lá e mostrou como é que se faz: passou com méritos…
É que lá em casa o menos inteligente “é fabricante de avião” – no caso, é lógico, o pai da Juliana, da Luísa e da Maíra, modéstia à parte. À Juliana, todos os abraços, beijos e parabéns, do pai, irmãs, dos tios, tias, primos, avó, e da Vivi, também – que deve estar comemorando e dizendo “Eu já sabia”. Valeu Juli! A gente “não somos dos fracos”! Bola pra frente!
Tucanos aumentam tamanho do bico…
A última pesquisa CNT – Sensus sobre intenção de votos a presidente, com Dilma encostando no Governador paulista José Serra, inundou o ninho tucano de nervosismo. Deixou os caciques com bico maior ainda e acendeu a luz vermelha de partidos aliados ao PSDB nacional.
O berreiro é grande: Serra não quer assumir a candidatura, o PSDB reclama e vai á justiça denunciar que Lula e Dilma estão em campanha. Mas… porque os tucanos não fazem a mesma coisa ?
Mesmo dizendo que tem que trabalhar como governador de São Paulo, Serra alagou algumas emissoras de TV com comerciais nacionais mostrando obras em São Paulo. Enquanto Dilma já tem até marqueteiro e coordenadores de campanha escolhidos e trabalhando, Serra sequer admite dizer que é pré-candidato… Desse jeito, vai descer a serra.
Pior que isso, para a oposição, só a popularidade de Lula, que continua crescendo. E os resultados da pesquisa espontânea – onde o eleitor responde “em votaria para presidente, se eleição fosse hoje”? Deu Lula na cabeça (18%), mesmo ele não sendo candidato, seguido de um empate (com cerca de 9% cada) técnico entre Serra e Dilma. O sentimento dos grãs-tucanos é claro: Não jogamos e reclamamos que os adversários já estão em campo e marcando gols. Mais ainda: PT e Dilma já preparam o lançamento dela, com pompa e circunstância. E até com pré-programa de governo, coisa que o PSDB ainda nem pensou…
Falta muito ainda para o dia da eleição. Mas quando se estabelece uma “tendência” em pesquisas de intenção (dizem os especialistas), fica mais difícil reverter… PSDB E DEM precisam começar a correr contra o tempo. Ou vão ver que “a Inês é morta”, antes do tempo. Sequer tem alguém – um megafone – para fazer o básico da oposição: críticas ao governo Lula, que o próprio Serra poderia fazer, mas também não faz. Traduzindo para o “futebolês”: Serra e Cia sequer escalaram o time titular. E reclamam que o adversário já está em campo, uniformizado e pronto para o jogo. Assim, vai mal. Desse jeito o tucanato nacional acaba caindo do bico…
Nego Té vai pra enxada, se precisar!
Cansado das cobranças de eleitores pedindo melhorias em ruas e estradas do interior, o Vereador xanxerense Nego Té (PMDB), soltou o verbo e mandou ver, ontem pela manhã na Princesa, na “Hora do Indignado”, quadro do Bom Dia Cidade, apresentado pelo também Vereador Ivan Marques.
Com educação e respeito ao Prefeito e funcionários da Administração municipal – a quem reconheceu as intenções sinceras, Té lembrou que as máquinas novas já chegaram. E que está hora de botar elas trabalhar, até nos finais de semana, se for preciso. E chegou a sugerir que vereadores – e ele mesmo junto – pegassem na enxada e nas novas máquinas para fazer os trabalhos de recuperação de estradas. “Eu vou carpir, se for preciso”, desabafou Té.
Estreando como vereador, e acostumado a resolver problemas pelo caminho mais curto, ou seja, “botando a mão na massa”, Nego Té deve estar sentindo-se impotente diante das reclamações que escuta e das limitações impostas por lei, aos vereadores, para executar, ou mandar fazer, os serviços que a população reclama.
Às vezes, a autenticidade torna-se um poderoso instrumento de marketing. Quem ouviu sua indignação, ao vivo e a cores, sentiu que o vereador estava fazendo suas as palavras e broncas que ouviu da população. Sem nada que pudesse fazer, Té soltou o verbo. Ou melhor, sem QUASE nada: reclamar, reclamar e reclamar também tem seu valor, se não há outro caminho a trilhar. Ponto para o Nego Té. Se vereador não pode fazer quase nada, reclamar pode, sempre!
romeujornal@gmail.com