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Agricultores querem controle de javalis
Deputado quer ajuda de órgãos ambientais para controlar reprodução de javalis na região serrana
» 26/10/2010 - 19:41h

Javalis andam tirando o sono de agricultores de municípios serranos como Campo Belo do Sul e Cerro Negro. Os animais, segundo moradores da região, andam se reproduzem em números assustadores,  invadem plantações, destroem cercas e causam prejuízos incalculáveis à classe que sobrevive do plantio.

Nesta terça-feira (26), o presidente do Sindicado dos Produtores Rurais de Campo Belo do Sul, Jocelito Matos, repassou a preocupação ao deputado Elizeu Mattos (PMDB), solicitando sua interferência junto aos órgãos competentes para que uma ação rápida seja tomada. “O Jocelito me disse que a situação fugiu do controle e que se nada for feito imediatamente os agricultores não terão o que colher na próxima safra”, informou o parlamentar, em entrevista concedida a uma rádio de Lages.

O líder do Governo disse que já entrou em contato com o secretário da Agricultura, Enori Barbieri, solicitando uma ação emergencial que deverá ser definida em reunião que vai ser agendada logo após o feriadão, na próxima semana. “Vamos reunir os órgãos ambientais de Santa Catarina para achar um ponto de equilíbrio, o que não pode acontecer é o agricultor ter de enfrentar sozinho mais este problemão. Não bastasse às variações climáticas e as intermináveis dívidas bancárias, agora surgem os javalis para aumentar ainda mais os prejuízos”, destacou.

De acordo com o parlamentar, os animais já podem ser considerados uma praga na região e o controle é para a solução de um problema. Ele lembrou que existe uma lei federal que permite o controle de espécies exóticas e que em Santa Catarina, uma portaria de janeiro de 2010, “prorroga por tempo indeterminado os efeitos da Portaria SAR nº. 10/2007, de 20 de abril de 2007, que autoriza em caráter temporário o abate de javalis asselvajados no Estado”.

Jocelito Matos acredita que alguns dos artigos não estão claros. “Enquanto a portaria autoriza o uso de armas de fogo dentro das propriedades invadidas, a Polícia Ambiental só permite o uso de tranqüilizante ou armadilhas e é necessário que se chegue a um consenso”, diz.

 

Publicado por: Andreia Varela

Fonte: Correio Lageano

Comentários

Por: jose custodio de melo netto

Quarta, 03 de Novembro de 2010 às 11:16h

no meu entender deveria liberar para cacar os animais isto sim estipular um praso de tal dia ate tal dia para que eliminase um pouco

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